Marketing Institucional e Terceiro Setor

O Marketing é a ferramenta mais importante para o exercer da comunicação de uma Empresa expondo ideias, comportamentos, produtos, ideais etc.

A comunicação é muito importante em qualquer esfera da vida em sociedade. Por meio dela, transmitimos nossas ideias e alinhamos nossos pensamentos com as pessoas a nossa volta. Isto não é diferente quando tratamos de organizações do terceiro setor. Quando há uma falha de comunicação dentro de uma organização, grandes problemas são gerados, como, por exemplo, complicações na captação de recursos e dificuldades para atrair voluntários. Tendemos a olhar apenas para esses problemas, sem buscar entender o que os originou, ou seja, geralmente olhamos para os sintomas e ignoramos a causa real destas complicações. A principal comunicação a qual organizações do terceiro setor devem se atentar para evitar dificuldades desse tipo é com seus stakeholders: externamente, a sociedade, e internamente, voluntários, colaboradores e diretores.

      Um tipo de comunicação muito utilizado por organizações é a comunicação institucional, a qual visa compartilhar as propriedades da instituição, como seu propósito, sua missão, sua visão e seus valores. Ou seja, objetiva divulgar a entidade como um todo, tornando-se assim uma das bases da estratégia de gestão das organizações do terceiro setor.

   O modo como a comunicação institucional é feita define a identidade, a imagem e a reputação da instituição. A identidade manifesta a realidade da organização e deve ser padronizada, ou seja, todas as suas peças de promoção devem ser consistentes e coerentes. Já a imagem de uma entidade, é ela sob o ponto de vista do público em um determinado momento, sendo assim o reflexo da sua identidade. Por último, a reputação é a imagem da organização construída na visão do público ao longo do tempo. Uma boa reputação transmite transparência e credibilidade e assim, pode ser um facilitador na captação de recursos ou voluntários, por exemplo.

      Uma comunicação bem sucedida, além de gerar impactos na captação de recursos e na gestão do voluntariado, gera impactos em diversas outras áreas, como por exemplo, na gestão de parcerias e na promoção de uma boa imagem organizacional. No caso da captação de recursos, cabe à comunicação identificar quem são as pessoas que se identificam com o propósito da organização e podem ser potenciais investidores de capital.  Por meio da comunicação, estes são informados sobre os resultados,  as metas e as formas como pode contribuir com a entidade, visto que, se a pessoa se sentir familiarizada com a instituição, as chances de ela querer contribuir aumentam bastante. Além de localizar os possíveis investidores, para incentivar a captação de recursos é interessante produzir materiais de divulgação atrativos e de fácil compreensão, que traduzam a identidade da organização.

Além disso, uma boa troca de ideias com potenciais parceiros pode facilitar muito o estabelecimento de novas parcerias. Nesse caso, também cabe a comunicação buscar parceiros que compartilhem os mesmos valores e objetivos com a instituição. Construir relações com empresas privadas é muito interessante para ONGs, sendo uma boa maneira de aumentar a sua visibilidade e atrair recursos financeiros. A parceria também é benéfica para as empresas, que transmitem uma imagem de responsabilidade social e ligação com causas sociais externamente. 

    A busca por novos voluntários também se torna mais efetiva com uma boa comunicação institucional, atraindo pessoas que se identificam com a causa da ONG. Outra função da comunicação institucional é prezar pela imagem da organização, transmitindo seriedade e eficiência para todos os seus stakeholders, e, assim, criar uma boa reputação ao longo do tempo. Para assegurar a boa imagem de uma entidade é necessário um bom relacionamento com a mídia. Por meio dela a organização se promove, se faz conhecer e estabelece um relacionamento periódico com o público.

       A comunicação institucional, portanto, tem um impacto direto em áreas administrativas das organizações. Indo mais a fundo, para assegurar-se de uma comunicação institucional eficaz, é interessante realizar um plano de comunicação institucional, alinhado com o planejamento estratégico da organização, que direcionará os gastos com comunicação e ajudará a atingir o público-alvo com mais precisão.

      Depois de elaborado o Plano, deve-se pensar em campanhas específicas. Por fim, as mídias digitais representam uma ferramenta de grande potencial para divulgar a organização de forma gratuita e eficiente. Site, blogs e redes sociais como, Facebook, Twitter, Instagram e Linkedin representam meios muito úteis de divulgação.

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Dicas de marketing para o terceiro setor


Descubra como o marketing digital pode ajudar a terem bons resultados.
Algumas empresas, sobretudo de pequeno e médio porte, ainda enfrentam muita resistência para investir em marketing.
Em partes devido a imagem do marketing e publicidade estar vinculada a padrões pré estabelecidos, poluição do meio ambiente ou ainda por contribuir com padrões consumistas.
Por outro lado, vale destacar que o marketing é uma  publicidade são poderosas ferramenta de persuasão. E por que não usá-las para o bem estar social?
Muitas  empresas já descobriram como investir em marketing pode torna-las referência no segmento, são exemplos:
Mas quais são as práticas mais recomendadas para empresas de terceiro setor em marketing?

Uma boa escolha para quem quer atingir públicos inimagináveis gastando pouco ou nenhum dinheiro é certamente investir em marketing digital.
Quem não se lembra do desafio do Balde de Gelo? Com poucos recursos a ONG  ALS Association, com apenas um vídeo promoveu uma ação de âmbito mundial.
E milhões de pessoas que nunca ouviram falar da doença esclerose lateral amiotrófica, já estavam apoiando a causa.

E dentro de marketing digital, quais ferramentas são indicadas?


Antes de pensar nas ferramentas, pense que antes de tudo você precisa passar confiança. Para isso precisa investir sobretudo em relacionamento com seu público e em sua imagem institucional.

Invista em sua imagem institucional


  • Tenha uma identidade visual que transpareça seus valores.
  • Para isso é fundamental investir em um site institucional.
  • Destaque seus parceiros em sua página da web.
  • Organize suas ações feitas de forma segmentada em seu site.

Esteja ativo nas redes sociais.


  • Use as redes sociais para destacar seus projetos: compartilhe suas ações, faça com que as outras pessoas também se apaixonem pela sua causa.
  • Gere relacionamento: curta as páginas de empresas parceiras, marque o perfil destas empresas em seus projetos.
  • Tenha uma identidade visual para os posts, contribuirá com a lembrança de sua marca.

Produza conteúdos de qualidade.



Crie conteúdos para informar, divertir, conscientizar seu público, as pessoas não gostam de propaganda, gostam de informação.

Quando você agrega conteúdo as pessoas, conquista mais credibilidade e se torna autoridade no assunto.

Você pode ainda utilizar estes conteúdos para atrair novos cadastros (leads qualificados) para sua base usando iscas digitais: “deixe seu contato e receba um material exclusivo”.


Com estas práticas simples você pode com um investimento muito baixo, alcançar muitas pessoas propensas a conhecer e participar de seu trabalho.

Use o marketing digital para mostrar para as pessoas como elas podem promover o bem ou apoiar causas transformadoras.

Administração do Tempo

Muitos profissionais tentam resolver o maior número de obrigações durante o expediente e acabam não realizando todas as atividades de modo eficaz na maioria das vezes, o que gera retrabalho, sobrecarga e estresse. Aprender a como administrar o tempo de modo eficaz é fundamental para estabelecer uma rotina mais produtiva e tranquila. Isso evita a exaustão física e mental, a má alimentação e a falta de criatividade. Esse desafio, porém, exige empenho e disciplina do profissional. Para fazer um ótimo trabalho e aumentar sua produtividade, algumas dicas de gestão do tempo no trabalho são bastante valiosas. Veja:

1 – Liste suas atividades

Comece o dia enumerando todas as suas atividades, assim ficará mais fácil obter um panorama geral da quantidade de trabalho e do que deve ser priorizado. Estipule também prazos para a conclusão de cada tarefa e tente reduzi-los com o passar dos dias. Se quiser, utilize uma agenda e administre o tempo das atividades. Ao longo do dia, marque o que já foi feito e no fim do expediente, faça um rascunho dos compromissos do dia seguinte.

2 – Tríade do tempo

A Agenda é uma ferramenta eficiente, que ajuda a gerenciar o tempo da melhor forma. Resume-se em separar todas as tarefas por ordem de prioridade: importantes – todas as atividades relevantes, necessárias e que trazem resultados a curto, médio ou longo prazo; urgentes – atividades em cima da hora ou fora do prazo estabelecido; circunstanciais – atividades desnecessárias ou circunstanciais.

3 – Tenha disciplina e comprometimento

Não adianta utilizar agendas, aplicativos ou qualquer tipo de organizador se você não tiver disciplina e comprometimento com seus compromissos e horários. Seguir o que foi planejado é extremamente importante para obter êxito no gerenciamento do tempo. Todas essas sugestões que servem como auxílio (agenda, aplicativos, lembretes em celulares e outros), só vão surtir efeito, se junto a eles se você conseguir ser leal ao seu compromisso e se dedicar com vontade, caso contrário, todas as ideias e estratégias não servirão para nada.

3 – Não deixe as tarefas para última hora

O costume de deixar para realizar os afazeres quando o tempo já está se esgotando é comum e muito prejudicial para o rendimento, já que possivelmente o trabalho não terá tanta qualidade como quando é feito com calma.

4 – Tenha foco

Concentre-se no que é realmente importante e evite distrações fora de hora, como telefonemas pessoais, conversas paralelas e redes sociais. Quando você se distrai, leva em média 15 minutos para concentrar-se novamente. Para não perder o foco, crie o hábito de terminar o que começou antes de iniciar outra tarefa. Caso alguém ou algo venha interromper, antes de se desfocar completamente, faça uma anotação que possa te auxiliar para uma volta mais rápida. De qualquer forma, tente deixar claro que você está em um estado de atenção focado e que precisa finalizar o que havia começado, não tenha medo de parecer antipático, apenas priorize o que é importante naquele momento e mantenha o foco.

5 – Trabalhe em equipe                                                       

Se você tiver dificuldade para estipular o prazo sozinho, reúna sua equipe de trabalho e liste as prioridades. Quando mais de uma pessoa está comprometida com as tarefas, fica mais fácil lidar com o tempo, pois um colega ajuda o outro. O trabalho em equipe pode ser muito mais rápido e prazeroso do que um trabalho que é feito sozinho e sem ajuda. Por isso, procure encontrar as pessoas certas para dividir aquele ‘Job’ que vai levar horas, otimize seu tempo e faça mais tarefas em menos tempo.

6 – Delegue tarefas

Pessoas que têm a própria empresa costumam centralizar muitas obrigações por não conhecer o potencial de seus funcionários. Assim, é imprescindível descobrir os pontos fortes de cada colaborador e delegar o serviço. Isso otimiza a realização das tarefas e estimula a equipe. Assim como mencionamos no tópico anterior, o ideal é ter as pessoas certas trabalhando ao seu lado, contudo, você só irá descobrir de fato quem é capaz de realizar certas tarefas, ao delegar. Por isso, não tenha medo de deixar algumas atividades nas mãos dos colaboradores, arrisque-se mais, conheça sua equipe, veja do que ela é capaz. e ainda tenha tempo para outras atividades.

7 – Organize sua mesa e seu computador

Procurar documentos, relatórios, planilhas e apresentações pode tomar bastante tempo de trabalho. Para melhorar sua produtividade, mantenha todo o material de escritório no seu devido lugar, use divisórias para documentos e organize as pastas virtuais de maneira eficiente e prática.

8 – Deixe espaços entre as atividades

Sim, você deve ter tempo livre em sua agenda de trabalho. Isso não quer dizer que você ficará sem produzir, mas que novas tarefas podem aparecer. Com esses espaços livres em sua jornada será mais fácil fazer ajustes e encaixar demandas emergenciais.

9 – Descanse e divirta-se

O corpo e a mente passam a trabalhar de forma mais lenta quando estão cansados. Para ampliar seu rendimento e gerenciar sua rotina de modo eficaz, é essencial ter uma boa noite de sono e fazer pequenos intervalos durante o expediente para relaxar. Uma mente descansada produz em menos tempo e com mais qualidade. Curtir a família, sair com os amigos, praticar esportes, ler e assistir a filmes durante as horas de folga também são atitudes que contribuem para um melhor rendimento profissional.
Seguindo essas dicas corretamente, você evitará imprevistos e estresse no dia a dia. Ao adotar esses hábitos, será mais fácil respeitar os prazos, trabalhar com disposição, aumentar a produtividade e melhorar sua qualidade de vida. Saber gerenciar seu tempo é maximizá-lo. É claro que o dia ainda terá 24 horas, mas, se você administrar melhor o seu tempo, elas serão suficientes para realizar todas as suas tarefas.

Pronto! Pronto! - Como anda seu tempo? Está sobrando tempo aí ?!?

fonte: administradores, rhportal


LAYOUT

Organização Física: Layout, Cores e Iluminação

Layout é um sistema de homens-móveis-equipamentos-atividades. Tudo está interligado.


Para Lacombe (2004), layout é definido como a arrumação do espaço em um escritório de forma racional, arrumação das máquinas, dos equipamentos e materiais de uma fábrica com o objetivo de obter a maior produtividade possível, esboço de um anúncio ou trabalho artístico, ainda sob a forma de rascunho, embora permitindo uma visão precisa do que se pretende.

Faria (1997) conceitua layout como a procura de produtividade por meio da adequação do meio físico, da facilidade de comunicações, e movimentação interna e da satisfação do homem no seu ambiente de trabalho. O layout não pode ser objeto de estudo isolado, uma vez que está inserido no contexto de toda a racionalização administrativa, isto é homem, métodos de trabalho, condições ambientais etc.

Layout é um meio e não um objetivo.

Objetivos de Layouts

• Reduzir custos e aumentar a produtividade;
• Racionalizar a utilização do espaço;
• Reduzir a movimentação de material, produtos e pessoas;
• Racionalizar o fluxo de trabalho;
• Minimizar o tempo de produção;
• Propiciar melhores condições de trabalho;
• Aumentar a flexibilidade para as variações necessárias.

Indicadores de Problemas nos Layouts

• Demora excessiva;
• Fluxo confuso do trabalho;
• Excessiva acumulação;
• Má projeção de locais de trabalho;
• Perda de tempo no deslocamento de uma unidade a outra.

Elementos do Layout

• Espaço;
• Instrumentos auxiliadores do layout: planta baixa da área a ser reestruturada e modelos dos itens físicos;
• Tipos de layout: neste item veremos a seguir detalhadamento:
• Posto de trabalho: é o espaço que cada colaborador ocupa, inclusive co o seu material de trabalho;
• Implantação;
• Condições ambientais;
• Métodos dos Elos: proporciona maiores ligações e relações entre si, colocando mais próximos possíveis, possibilitando um mínimo de movimentação.

Tipos de Layouts


Basicamente encontramos dois tipos de layout: o burocrático e o industrial.

Burocrático

É o tipo mais simples e sua aplicação refere-se a escritórios e áreas de trabalhos burocráticos.

Industrial

Este é um tipo bastante complexo. Refere-se a áreas industriais.


O arranjo físico, ou layout, preocupa-se com a localização física dos recursos de transformação, classificados em quatro tipos:

Por Processo
Quando os produtos, informações ou clientes fluírem mediante a operação, eles percorreram um roteiro de processo a processo de acordo com as suas necessidades. Se houverem diferentes produtos, percorrerão diferentes roteiros por meio da operação, logo, o fluxo na operação pode ser bastante complexo.

Por Produto
Cada produto ou elemento de informação segue um roteiro predefinido no qual a sequência de atividades requerida coincide com a sequência na qual os processos foram arranjados fisicamente. Por isso, ele pode ser chamado também de arranjo físico em linha.
Como o fluxo dos produtos é muito previsível no layout por produto, o arranjo acaba ficando mais fácil. É a uniformidade dos requisitos dos produtos que leva à operação escolher um arranjo físico por produto. Um exemplo desse modelo seria a montagem de automóveis, pois quase todas as variantes do mesmo modelo requerem a mesma sequência de processos.

Celular
Os recursos transformados entrando na operação são selecionados para movimentar-se para uma parte específica da operação, onde todos os recursos transformadores necessários a atender suas necessidades imediatas estarão presentes. Após serem processados na célula, os recursos transformados partem para uma outra célula.

Posicional
Em vez dos materiais, informações ou clientes fluírem por meio de uma operação, quem sofre o processamento fica parado, enquanto o equipamento, maquinário e pessoas locomovem-se em volta da do processamento de acordo com o necessário. Isso deve-se ao fato de que o produto poder ser muito grande e pesado para de locomover, ou então são muito delicados para serem movidos de um lugar para outro. Um exemplo desse modelo seria a construção de uma rodovia, ou seja, um produto muito grande para ser movido.
Falemos agora um pouco das cores e da iluminação. Esse é um tema interessante e prazeroso de se pesquisar e, consequentemente, de se estudar.
As cores e a iluminação acabam por influenciar os processos, além do que as cores são extremamente utilizadas nos processo de Marketing e Propaganda para enfatizar, ressaltar, vender, chamar a atenção etc.

Cores e Iluminação

Cores
As cores também influenciam. Imaginemos que alguém trabalha em um escritório pintado na cor verde-escura com uma iluminação precária e uma ventilação quase inexistente.

Pois bem, que produção teríamos? Provavelmente seria baixa, pois a única vontade dos colaboradores seria a de sair dali o mais rápido possível.
Temos a cores primárias, que são o amarelo, o vermelho e o azul. As cores secundárias são o alaranjado (amarelo + vermelho), o verde (amarelo + azul) e o violeta (azul + vermelho).

As cores terciárias ou neutras são castanhos, tons de terra, verdes secos ou musgos. Formam-se pela mistura de uma cor primária com uma secundária complementar, exemplo: azul + alaranjado.

Existem ainda os contrastes complementares: uma cor secundária é complementar de uma primária. Quando a primeira é formada pela mistura das outras duas cores primárias. Exemplo: alaranjado é complementar do azul, pois o aquela é igual ao amarelo + azul.

Classificamos como cores quentes o magenta, o vermelho, o alaranjado e o amarelo-ouro.

As cores frias são o amarelo-limão, o verde, o azul, o roxo e o violeta. As cores puras são o amarelo, o vermelho, o azul, o verde e o violeta. As cores pastéis são a soma de uma cor pura com o branco. A cor sombria é a mistura da cor pura com o preto e a cor empoeirada é a mistura da cor pura com o cinza.
Vejamos a mensagem que cada cor trás consigo:

• Amarelo: estimula o sistema nervoso central, encorajando à ação e ao esforço. Por ser relacionado ao sol, significa alegria, bom humor e em alguns casos é considerado intelectual. É usado com vantagens em ambientes com pouca luz natural. Fisicamente causa sensação de calor e aumento de volume. Em piso dá a sensação de avanço. É sagrada na China, simbolizando o ouro.

• Azul: tem um efeito calmante, repousante, vitalizante. Fisicamente causa a ilusão de ambiente refrescante. Reduz a pressão sanguínea. Produz sensação de distância e diminuição de peso. Pode ser usado em grandes superfícies sem se tornar cansativo, mas por ser uma cor fria deve ser usado junto com outras cores para atingir um equilíbrio harmônico.

• Branco: é a presença de todas as cores. É associado ao prestígio, economia, distinção, silêncio, leveza, tranquilidade e limpeza. É estimulante e expressivo. Traz claridade e alegria quando usado moderadamente. Usada em excesso força a visão, promove o cansaço, torna-se frio e perde o interesse. Fisicamente cria a ilusão de aumento de volume.

• Laranja: representa a prosperidade. Possui a luminosidade do amarelo e a excitação do vermelho. Quando usado em pequenas áreas é estimulante, provoca bem-estar e alegra o ambiente. Em excesso, torna-se irritante. Facilita a digestão e lembra sabores agradáveis. Causa a sensação física de aumento de calor e volume. Adicionada ao preto, é imediatamente destruída de todos os seus aspectos positivos, passando a representar os desejos reprimidos e intolerância.

• Preto: é a cor que reflete menos luz, é uma cor sóbria, séria. Usada em combinações com outras cores e em pouca quantidade proporciona um aspecto agradável na decoração. Fisicamente cria a ilusão de aumento de calor, peso e diminuição de volume.

• Rosa: representa o "amor universal". Acalma e relaxa, proporcionando conforto e aconchego à alma. Causa a sensação de leveza e suavidade.

• Verde: tem um efeito calmante, relaxante. Usado em excesso torna o ambiente monótono. Fisicamente causa a impressão de leveza e distância.

• Vermelho: estimula com poderosa ação sobre o estado de ânimo, devendo ser usado com cautela. Nas áreas muito extensas, é opressivo e irritante. Usado adequadamente, tende a dar vida e alegria às superfícies, causando a sensação de aumento de volume, peso e calor. É uma cor ligada ao erotismo, no tom escarlate. Faz com que os objetos avancem.

• Violeta: está associado à intuição e a espiritualidade. Em tons claros, acalma e aconchega. Em tons muito fortes, agrava o estado depressivo. É próprio para locais de meditação.

Iluminação
A luz proporciona uma iluminação ou claridade básica, ou seja, uma circulação fácil, segura e ambientes visualmente confortáveis. A iluminação geral que clareia objetos e superfícies na metade de baixo do cômodo torna o ambiente mais aconchegante. Já a iluminação geral indireta, que é direcionada para cima, clareia as paredes e objetos, dando ao ambiente um aspecto mais frio, quieto e comercial.

A iluminação de detalhe direciona luz extra, criando dramaticidade e alegria, em objetos e superfícies selecionadas. Já a de trabalho oferece claridade para se trabalhar, criando dramaticidade difusa e abundante.

As lâmpadas incandescentes são para serviços gerais e proporcionam luz de cor quente em todas as direções. As refletoras têm refletores que direcionam a luz num facho largo e são feitas com vidro à prova de choque, portanto servem para uso externo. As lâmpadas halógenas proporcionam uma luz mais branca que a incandescente convencional e podem ser usadas para serviços gerais e são disponíveis em vários tamanhos.

As de baixa voltagem requerem um transformador, às vezes embutido no aparelho, para reduzir a voltagem da rede (100 ou 220 v) para baixa voltagem (12v).

Lâmpadas fluorescentes produzem de três a cinco vezes mais luz por watt que as lâmpadas incandescentes e duram de 10 a 20 vezes mais.
Geralmente são usadas quando se deseja uma grande quantidade de luz e/ou quando a luz permanece em uso contínuo. Elas produzem pouco calor, o que é uma vantagem em regiões quentes. Apesar de grandes progressos, deixam a desejar na reprodução de cores, não sendo adequadas para uso na parte social de residências.

fontes: administradores, portal educação